
"ESPECULADÔÔÔRRR, EU SOU UM ESPECULADDÔÔÔRRRRR... ESPECULABUM!............................................................................."
"CREDO! Que foi isto?" - A muito custo, ainda cambaleante, Amelinha levanta-se da cama e dirige-se à porta, afim de verificar o que se teria passado de tão horrível. Abriu-a lentamente, mas não lhe foi possível passar para o corredor. A azáfama era enorme: bombeiros para cá, polícias para lá, médicos para acolá, enfermeiros ao Deus dará.... enfim uma tremenda confusão! Agarrando pelo braço o primeiro que lhe passou por perto, Amelinha perguntou:
"Por favor, diga-me com franqueza, estou num hospital ou sou apenas mais uma personagem de alguma história maluca, inventada com o único objectivo de descontrair o autor, ou até autores, e levá-los a fugir ao stress do quotidiano?"
"HÃ???"
"Deixe lá! Diga-me por favor: o que se está a passar?"
"Oh minha senhora, parece que o doente do quarto 335 se fartou dos gritos do paciente que insistia ser um espectulador e olhe... ... acertou nele!"
"MATOU-O???"
"Pelo menos, CALOU-O! Vamos lá a ver é se foi para sempre..."
"AHHHH....." - rodopiando sobre os próprios pés, Amelinha empalidece e cai sem forças no chão, primorosamente polido, do corredor do 3º piso da CUF Infante Santo.
"CREDO! Que foi isto?" - A muito custo, ainda cambaleante, Amelinha levanta-se da cama e dirige-se à porta, afim de verificar o que se teria passado de tão horrível. Abriu-a lentamente, mas não lhe foi possível passar para o corredor. A azáfama era enorme: bombeiros para cá, polícias para lá, médicos para acolá, enfermeiros ao Deus dará.... enfim uma tremenda confusão! Agarrando pelo braço o primeiro que lhe passou por perto, Amelinha perguntou:
"Por favor, diga-me com franqueza, estou num hospital ou sou apenas mais uma personagem de alguma história maluca, inventada com o único objectivo de descontrair o autor, ou até autores, e levá-los a fugir ao stress do quotidiano?"
"HÃ???"
"Deixe lá! Diga-me por favor: o que se está a passar?"
"Oh minha senhora, parece que o doente do quarto 335 se fartou dos gritos do paciente que insistia ser um espectulador e olhe... ... acertou nele!"
"MATOU-O???"
"Pelo menos, CALOU-O! Vamos lá a ver é se foi para sempre..."
"AHHHH....." - rodopiando sobre os próprios pés, Amelinha empalidece e cai sem forças no chão, primorosamente polido, do corredor do 3º piso da CUF Infante Santo.
2 comentários:
dear ozga
todos os dias vou pesquisar novidades dos nossos personagem que vão continuar.
Gostei deste novo empurrão.
até breve
ZZZZZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzz
Alguns acrescentos ao inicial, penso que não ficaram nada mal!!!
Enviar um comentário